15 de agosto de 2008

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O evento estreou dia 13 de agosto com o tema “Epidemia”. Durante a Hora do Horror 2011 o visitante se surpreendeu com três atrações temáticas inéditas, mais de 100 personagens transformando o parque numa verdadeira cena de filme de ficção, dois shows de horror em um palco especialmente montado para a temporada, balada eletrônica e a famosa “Direversi”, quando a Montezum faz todo o seu percurso de ré.

Neste ano, todas as atrações levaram o visitante ao enredo de Epidemia: cientistas estudavam em um laboratório de pesquisas genéticas uma vacina poderosa, capaz de blindar o sistema imunológico humano contra qualquer ameaça. O resultado, ao invés disso, foi um vírus mortal, altamente contagioso, capaz de colocar a raça humana em condição de extermínio e que leva à mutação genética, transformando os contaminados em verdadeiros monstros.

“O tema Epidemia é contemporâneo e alinhado com as tendências do entretenimento mundial, com requintes de realidade que fazem do conteúdo deste evento um dos mais atrativos de todos os tempos”, declarou Cristina Tuna, gerente geral de Marketing do Hopi Hari. “Em seus 10 anos, a Hora do Horror duplica seu investimento, chegando ao patamar de R$ 7 milhões. Transformou os clássicos túneis do horror em experiências perfeitas, visitados a pé de forma contínua, onde o susto dá vez à sensação de estar vivendo uma história real. O visitante será envolvido em uma perseguição em busca da sobrevivência em cenários com realismo impressionante. Uma experiência intensa, real e imperdível para quem curte parque temático e gênero de horror”, completou Cristina.

A História
Tudo começou quando um laboratório de pesquisas genéticas realizou experiências secretas, com o objetivo de criar uma espécie de “blindagem” para o sistema imunológico humano. Os primeiros testes foram feitos com animais, com os quais houve sucesso em sua primeira fase. No entanto, após um certo tempo, os animais utilizados nos testes apresentaram uma segunda fase, com mutações genéticas e um terrível aumento de agressividade. Visto isso, o Governo decidiu abolir o projeto. Mas os cientistas não ficaram satisfeitos, e muito menos intimidados. Foram descobertos indícios de que eles realizaram experimentos em seres humanos.

Os humanos usados como cobaias apresentaram as duas fases, da mesma maneira que os animais. Mas com eles, a evolução da experiência foi maior: uma terceira fase surgiu, onde houve uma degeneração cerebral. Após essa degeneração, veio uma quarta fase, de incubação, onde as cobaias se envolveram em uma espécie de casulo. E por fim, uma fase final, a mais perigosa da mutação: as cobaias saíram de seus casulos, transformadas em monstros horríveis, programados para disseminar o vírus da mutação, chamado pelos cientistas de HDH10 (você consegue desvendar de onde veio a inspiração para o nome?). Após passar o vírus para outra pessoa, o monstro morre. E assim por diante. Pronto: estava instaurada a Epidemia da Hora do Horror.

        

Quando o sol sumia em Hopi Hari, dava para ouvir gritos e ruídos em cantos escuros, o tremer de ossos, a respiração pesada e sentir uma sensação fria e assustadora. Mesmo sozinho você tinha a impressão de estar sendo seguido e aos poucos quando a lua ganhava forma e a escuridão tomava conta do céu, eles saiam de seus esconderijos em busca de novas cobaias. Lentamente humanos e animais iam surgindo, eles eram rápidos e instintivos.

Os sintomas da Epidemia eram vários e você podia encontrar com infectados com estados de mutação diferentes. Como o macaco albino, que fugia do tratador, perdeu todos os pelos e teve uma forte mudança em sua arcada dentária. Ou a menina solitária de vestido xadrez que se perdeu da mãe e com sua boneca e estava à procura de novos amiguinhos. Não sabíamos qual era extensão do vírus HDH10, mas alertavamos: se seus pensamentos parecessem confusos, o cabelo estivesse caindo, os machucados não cicatrizavam, entre em pânico, porque você já estava contaminado!


Túneis
O ponto alto da Hora do Horror são as três atrações temáticas. “Cada uma ofereceu ao visitante uma parte da história de Epidemia. Os visitantes percorreram as atrações a pé, atravessando pontes, túneis giratórios, paredes falsas, personagens mecatrônicos, oscilações de temperatura e uma sequência de efeitos especiais que auxiliam os 50 artistas que fizeram parte do cenário interno. A sala dos casulos em mutação, por exemplo, era impressionante, congelante e absolutamente tenebrosa”, explica Marcos Zambelli, que assinou toda a criação do evento.

Laboratório


Quem já esteve em um laboratório clandestino? Cientistas não aceitaram o fracasso e deram continuidade a experiências genéticas, incredulamente usando seres humanos sequestrados na rua. Tudo saiu do controle e o local foi transformado em um verdadeiro covil de infectados. Em uma sala congelante, o visitante deverá desviar de enormes casulos onde estão encubadas as terríveis criaturas. No crematório de evidências, sentirá o calor e o desespero de quem ainda tenta sobreviver e, na sala de cobaias, deverá ter cuidado com a fúria dessas terríveis criaturas e torcer para sair de lá sem se tornar uma delas.

Expresso do Horror


Um trem expresso foi brutalmente invadido por criaturas em estágio avançado de contaminação. Descarrilado, ele está prestes a explodir e o caos se espalha por todos os vagões. Será que ainda há sobreviventes? Aqui, o visitante poderá testar sua sorte e passar imune pelo vagão de jogos e ainda percorrer pelo vagão-dormitório, onde ninguém mais irá dormir em paz. Quem passar pelo restaurante destruído deve redobrar o cuidado para não entrar para o cardápio! Ao final do trem, o visitante continuará percorrendo a pé um túnel escuro, num desafio às sensações do medo que estão no local.

Refúgio do Medo


Era para ser o lugar mais seguro do planeta, porém, um soldado infectado acabou fragilizando todo o sistema de segurança, transformando a fortaleza no local mais perigoso e vulnerável em que qualquer visitante poderia estar. Se chegar até lá, talvez ele não consiga passar pelo setor de armadilhas. Mesmo se a fome apertar, jamais o visitante deverá confiar no cozinheiro. E por fim, se for contaminado, ele não poderá contar com a enfermeira de plantão! 

 
 

“Estas atrações são espetaculares pelos cenários de realismo e efeitos especiais de alta tecnologia, como laser, paredes falsas, projeções, câmaras frias e quentes, superfícies móveis e deslizantes, pontes e túneis que potencializam a adrenalina dos corajosos. Uma das grandes novidades foram os robôs importados, que estreiaram nesta temporada, impressionando a todos com seu realismo”, disse a gerente geral de Marketing do parque.

Direversi
É uma atração exclusiva da Hora do Horror. A tradicional Montezum, maior montanha-russa de madeira da América Latina, se tranforma na Direversi, que faz o percurso de adrenalina todo ao contrário. São 1.000 metros a uma velocidade de 100km/h. Para os menos corajosos, um dos trens da Montezum não ficam ao contrário e assim você pode encarar tudo de frente mesmo. É imperdível!

Cabine do Horror
O mistério que envolveu a Cabine do Horror, uma das atrações exclusivas da Hora do Horror, na 10 edição pode ser desvendado por todos os visitantes. Antes exclusiva aos vencedores do ARG (Alternate Reality Game) do evento. Para participar da Cabine do Horror Epidemia, uma sala de um laboratório clandestino onde são conduzidas experiências de tirar o fôlego, o visitante tinha que passar pelo desafio (em até 30 segundos localizar uma chave dentro de um corpo e abrir o cadeado de uma maleta) ganhava um prêmio surpresa.


Depois de dois meses vivendo, de pura angústia e desespero, uma História como a que vivemos na 10 edição da Hora do Horror nunca acaba. Mas o momento de encerrarmos este ciclo e voltarmos a fase humana chegou, depois de tanto tempo infectados! Dankí por viver essa história conosco, curtir as atrações, shows e performances. Parabéns a todos! Uma vez Infectado, sempre Infectado!

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