Montezum - Onde sentar?


Quando você passa a catraca da Montezum e se depara com uma série de portões de fileiras pra escolher, fica sempre aquela dúvida: Onde devo me sentar?

Na postagem de hoje o Hopi Hari Mania vai explicar as diferenças das fileiras e te ajudar a escolher os melhores lugares.

Para começar, quem não sabe (ou ainda não andou), uma montanha-russa à primeira vista é parecida com um trem de passageiros: ela consiste em uma série de vagões conectados que se movem sobre os trilhos. Mas ao contrário de um trem de passageiro, ela não possui motor ou fonte de energia própria, e todo seu movimento é causado pela força de inércia e da gravidade, forças essas que são acumuladas após a primeira colina, chamada de colina de elevação (ou lift). O lift se trata de uma subida por um sistema de corrente que engatado ao trem, o leva até o ponto mais alto do percurso, para então soltá-lo livremente ao restante do percurso. É pura física! (E adrenalina, claro...)


Na primeira queda da Montezum o trem pega o seu primeiro e maior ponto de aceleração, que em conjunto com o movimento de subida e descida do trem, produz uma estranha sensação em seu corpo, já que você é constantemente levado em direções diferentes. Essa sensação se parece com o empuxo da gravidade e essas duas forças (gravidade e aceleração) se combinam de modos interessantes. Quando a força causada pela aceleração e pela gravidade estão em direções opostas, elas se anulam em um certo grau fazendo você se sentir muito leve (conhecido como artime). Porém quando ambas estão na mesma direção, você se sente muito pesado - fenônemo esse conhecido como "aumento de força G". A mudança repentina dessas duas condições torna o passeio espetacular!


Mas qual a diferença entre uma fileira e outra? Bom, todas as fileiras, por mais que estejam em carros diferentes (a Montezum possui 12 fileiras através 4 carros conectados por trem), viajam através do mesmo percurso, assim a gravidade os acelera e desacelera aproximadamente nos mesmos pontos. Mas além de sofrerem a força da gravidade, cada carro é também puxado pelos carros conectados a ele. É essa força adicional que torna a experiência um pouco diferente para os ocupantes de cada carro.

Para entender, imagine o primeiro carro do trem alcançando o topo da colina: Assim que ele chega ao ponto mais alto, a gravidade começa a puxá-lo para a descida a frente. Porém enquanto o primeiro carro já está posicionado para descer, o último ainda está posicionado para subir (chegando ao topo da colina). Quando a maioria dos carros ja está em posição de queda, o primeiro puxa o segundo, que puxa o terceiro, e assim por diante. No tempo em que o último carro se move sobre o topo, a gravidade já acelerou bastante o primeiro. Consequentemente o carro de trás tem uma aceleração maior no topo da colina do que a do primeiro carro. Esse acréscimo de força chicoteia o carro através do pico, jogando brevemente os ocupantes para cima (airtime).


A melhor fileira do trem da Montezum acaba sendo uma questão de gosto pessoal, onde cada um se identifica com um melhor lugar. Se você curte a sensação de perca de peso (airtime), fique nos últimos. Se você quer ter uma visão do percurso, escolha o primeiro. Além de ver com detalhes para onde o trem está te levando, esses primeiros carros são os primeiros a se "chocar" com as curvas, portanto, são os que passam com mais intensidade por elas. Os carros do meio proporcionam uma volta menos acentuada e bruta, porém são os que mais sofrem com as forças gravitacionais (força g), que dão sensação de peso ao corpo e te deixa bem "colado" ao assento.

Curiosidade: na penúltima curva da Montezum onde o trem faz um movimento de 360º, a força acumulada média é de 3 G - ou seja, cada ocupante chega a pesar até 3x mais o seu peso normal.


Não há lugar ruim na Montezum. Mas se você tiver vontade de experimentar sensações diferentes em cada volta, recomendamos sempre alternar entre frente, meio e atrás!

E você? Qual seu lugar favorito na Montezum?
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30 de outubro de 2014

Festa Energia na Véia acontecerá no Hopi Hari em novembro


As festas do Energia na Véia, tradicional programa da Energia 97, há 15 anos no ar sempre a partir das 07h da manhã, são os eventos de maior sucesso na cidade de São Paulo. Desde sua primeira data até hoje, a festa passou por clubs, espaços para convenções, casas de shows e até mesmo parque de diversões, como a primeira edição da festa no saudoso Playcenter em 2007. Dali por diante, todos os anos a Energia na Véia marcou presença no parque até sua última edição, em Julho de 2012, um dia antes do seu fechamento. 

A magia do som flashback, misturado aos elementos propostos por um parque de diversões deixaram muita saudades a todo o público, e a Energia 97 FM junto a Aktuellmix foram buscar a solução: em 8 de novembro deste ano, a Festa do Energia na Véia será realizada em um dos mais conhecidos parques da América Latina, o Hopi Hari, no km 72,5 da Rodovia dos Bandeirantes, a cerca de 45 minutos da capital. Prepare-se para uma noite de muita diversão, com os principais brinquedos do parque em plena atividade, e dois palcos recebendo os DJs’ do Energia na Véia, trazendo o som dos anos 70, 80, 90 e 2000. 

DJ's Convidados 
Akeen, Badinha (Overnight), Beto Nini (Broadway - The History), Cadico (Toco - Overnight), Cesar e Robson Braga (Rhapsody), Wagnão (Curto Circuito), Marcos Freitas, Vadão (Toco), Ronaldinho (Kripton). 

TRANSFER PARA O EVENTO 
À venda na Thelles E.Music / Rua Augusta 2990, loja 301 – Galeria Ouro Fino / Jardins –São Paulo ou através do site: www.thelles.com.br 

Abertura dos Portões: 22h. 

Ponto de venda sem taxa: Todos os pontos de venda Ingresso Rápido exceto callcenter e internet, e nas lojas Ofner e Tent Beach designadas no site www.festaenergianaveia.com.br.

Vendas online: http://www.ingressorapido.com.br/Evento.aspx?ID=36372
23 de setembro de 2014

Katapul reabre com novos efeitos


Como vocês puderam acompanhar em nosso Facebook, desde o último dia 20 (quarta) o Katapul reabriu ao público. Durante o seu primeiro dia de reabertura a atração operou de modo convencional, e no dia seguinte começou a operar com novos efeitos sensoriais de iluminação e som.

Iluminação: Strobos instalados nos arcos de explosão são acionados um a um conforme passa o trem. O efeito tem 3 fases - ida, volta, e término de ciclo.

Som: Além da tradicional buzina de atenção na hora do lançamento, potentes caixas de som instaladas ao lado do looping criam todo um efeito simulando um voo do Superman durante o lançamento. Ao chegar ao looping ouve-se uma explosão. No retorno do looping toca a música tema do Superman, dando sensação de "missão cumprida" - já que a proposta da atração é o Superman defender a Central de Energia (que fica ao lado na atração Eléktron [atualmente em manutenção]).

Confira o vídeo com o novo efeito sonoro:


Será que agora vai?
Junto com o Katapul, somente esta semana o Hopi Hari reabriu 4 atrações. São elas: Simulákron, West River Hotel, Katapul e Kastel di Lendas. Confira clicando aqui a programação atualizada das atrações.
26 de agosto de 2014

Vip Pass (Fura-Fila) - Hora do Horror 2014


Durante a Hora do Horror 2014 - A Loja de Brinquedos o Hopi Hari oferece o Vip Pass Hora do Horror, benefício que dá acesso às atrações do evento e em outras atrações do parque sem precisar pegar fila.

O Vip Pass dá direito a entrada preferencial em 6 atrações (verificar disponibilidade no dia) + 2 túneis de horror (Manicômio e Loja de Brinquedos) + Katakumb. Total de 9 atrações. 

Garanta já o seu na Vip Pass Shopi, em Kaminda Mundi, ao lado da atração Giranda Mundi pelo preço de R$ 79,00. O vip é válido somente uma vez por atração.
21 de agosto de 2014

Caso La Tour Eiffel: TJ livra ex-presidente do parque


R7 SÃO PAULO:

Por dois votos a um, a 2ª Câmara Criminal do TJ (Tribunal de Justiça) decidiu na segunda-feira (18) excluir o ex-presidente do parque de diversões Hopi Hari Armando Pereira Filho da ação penal em que ele era acusado do homicídio culposo (sem intenção de matar) da adolescente Gabriela Nichimura, de 14 anos.

A estudante morreu no dia 24 de fevereiro de 2012, após cair de uma altura de 25 metros do brinquedo La Tour Eiffel. Gabriela despencou após a trava da cadeira ocupada por ela se abrir. A decisão da Justiça ocorreu no pedido de habeas corpus feito pelo advogado de Pereira Filho, o criminalista Alberto Zacharias Toron. Outros dez funcionários do parque permanecem como réus na ação.

Neste ano, Toron já havia conseguido excluir do processo Flávio da Silva Pereira, gerente de manutenção do parque, que também era acusado no caso.

O MPE (Ministério Público Estadual) havia denunciado os réus em maio de 2012, alegando que eles agiram com negligência na operação da torre. No habeas corpus de segunda-feira (18), o TJ considerou que não havia motivo para que o ex-presidente fosse mantido como réu. Segundo a maioria dos desembargadores, a denúncia narra claramente a responsabilidade dos funcionários e a falta de cautela deles. Toron explica que Pereira Filho não pode ser responsabilizado pelo acidente.


"O parque sempre funcionou bem quando as regras eram cumpridas. O ex-presidente não pode ser responsabilizado pelo descumprimento delas."

"Nove milhões de visitantes passaram pelo brinquedo sem que houvesse nenhum acidente."




O MPE informou que vai aguardar a publicação do acórdão e analisar recurso ao TJ e, em caso de nova derrota, ao STJ (Superior Tribunal de Justiça). O órgão afirmou também que já havia apresentado recurso contra a decisão do habeas corpus favorável a Flávio da Silva Pereira. O desembargador e relator do processo, Francisco Orlando de Souza, foi o único que deu voto contrário à decisão. O advogado Ademar Gomes, que representa a família de Gabriela, disse que vai "avaliar" como recorrer da decisão no STJ.


NO PARQUE:

O brinquedo La Tour Eiffel segue interditado desde 24/02/2012 aguardando instalação de novos sistemas de segurança. Não há previsão de reabertura.

Desde sua abertura em 1999, este foi o primeiro acidente no Hopi Hari. Após o ocorrido o parque reforçou sistemas de segurança, como instalação de novas travas de segurança nas atrações, ampliação do sistema de monitoramento (câmeras de segurança nos equipamentos), e remodelação das regras de operação. 


No final de 2012, após diversas inspeções de segurança, o Hopi Hari foi primeiro parque do país a obter a certificação internacional que reconhece seu sistema da gestão da qualidade, a ISO 9001:2008


A certificação se refere à prestação de serviços nas atrações de suas cinco regiões temáticas: Kaminda Mundi, Wild West, Mistieri, Infantasia e Aribabiba, e foi concedida pelo Grupo SGS, líder mundial em inspeção, verificação, testes e certificação.  Na norma ISO 9001, os processos da organização devem estar alinhados, o sistema de gestão da qualidade prescreve atendimento e satisfação aos requisitos dos clientes, melhoria contínua e aborda, de forma genérica, princípios como liderança, envolvimento das pessoas e tomada de decisões baseadas em fatos.


"Quando o Hopi Hari apresenta uma certificação independente, como é o caso da ISO 9001, está dando ao mercado uma comprovação de que atende a uma série de requisitos, segundo critérios reconhecidos e aceitos pelo mercado. É a forma de demonstrar que se preocupa e atende às expectativas do cliente. Ao final, todo esse esforço trará um melhor posicionamento da marca no mercado e a fidelização do consumidor", declara Karina Tagata, gestora da área de Comunicação e Marketing das Unidades de Negócios - Auditorias e Certificações do Grupo SGS Brasil.

19 de agosto de 2014

Hora do Horror 2014

Programação das Atrações:

Hilary Duff

Matérias Especiais:

Hilary Duff
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